FERREIRA DO ALENTEJO (pequeno-almoço na Casa Al'entejo) > TORRÃO (passeio, café e gasolina na Sardanisca) > ALCÁÇOVAS (paragem e passeio) > CASA BRANCA (breve paragem) > ESCOURAL (almoço no Manuel Azinheira) > MONTEMOR-O-NOVO (sem parar) > passagem pelo primeiro terço da Rota > Marco de 500km em CIBORRO > BROTAS (sem parar) > MORA (bebidas) > regresso a BROTAS (pernoita nas Casas da Romaria e jantar no Poço)
Hoje não contávamos ter pequeno-almoço no alojamento, mas foi uma bela surpresa esta possibilidade. A rapariga do alojamento era super conversadora e simpática, e tivemos companhia de outros hóspedes, trabalhadores da REN que estavam a fazer uma obra. Partimos cedo, pois tínhamos um caminho longo pela frente. Torrão foi uma descoberta, uma pequena povoação onde se notam edificações de alguma grandiosidade, caídas em esquecimento. Entre casas apalaçadas e portais manuelinos, tomámos um café e a Sardanisca abasteceu o seu depósito. Alcáçovas foi outra surpresa no caminho, com um paço ducal (?) muito característico, um horto com conchas, azulejaria barroca e uma igreja matriz grandiosa. Uma breve paragem em Casa Branca, uma aldeia saída de um western, com estação de caminho de ferro, uma casa de banho pública com as fachadas intervencionadas e uma construção participativa de um forno (?) coberto. O almoço foi no Escoural, num restaurante aconselhado pelo meu irmão. No Manuel Azinheira o única prato do dia que não era carne era a Sopa de Cação. Foi o que dividimos, bem como queijo fresco e azeitonas e um misto de sobremesas para cada um: Morgado + Encharcada (ovos e canela) + Manjar dos Príncipes (claras + pão + amêndoa), uma delícia. Depois do almoço passámos por Montemor-o-Novo, tentando não perder a Rota da Nacional 2. Passámos o primeiro terço da EN2 e o marco de 500km no Ciborro, aldeia pouco interessante. Passámos por Brotas (onde iremos pernoitar), mas seguimos até Mora, para adiantar já este troço (numa segunda viagem partiremos daí). Um Mora registámos fotograficamente o ponto onde retomaremos a rota, e fomos ao centro da cidade tomar uma água das pedras. Regressámos pelo mesmo caminho até Brotas, aldeia absolutamente maravilhosa. Ficamos alojados no centro antigo, na antiga zona onde os romeiros ficavam alojados, mesmo perto do pequeno santuário - que infelizmente estava fechado. A nossa anfitriã fez-nos visitar a pequena loja de artesanato e ainda deu para dar um mergulho na piscina, subir ao baloiço e aproveitar mais um belo pôr-so-sol. O jantar foi no Poço, único restaurante da aldeia, onde se come mesmo bem. Partilhámos uma tortilha de espargos e um Abade de amêndoa, mais uma estreia de doçaria portuguesa.
Casa Al'entejo
Torrão
km 555
igreja Matriz de Alcáçovas
Alcáçovas
Casa Branca
Escoural
Manuel Azinheira
km 500
passagem por Brotas
final da 1ª parte da EN2
Mora
Brotas (santuário)
Brotas (a nossa casa)
Jantar









































































































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